Êxodo 20:8-11 NVI
“Lembra-te do dia de sábado, para santificá-lo. Trabalharás seis dias e neles farás todos os teus trabalhos, mas o sétimo dia é o sábado dedicado ao Senhor , o teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teus filhos ou filhas, nem teus servos ou servas, nem teus animais, nem os estrangeiros que morarem em tuas cidades. Pois em seis dias o Senhor fez os céus e a terra, o mar e tudo o que neles existe, mas no sétimo dia descansou. Portanto, o Senhor abençoou o sétimo dia e o santificou.
O sétimo dia foi santificado pelo Senhor. Separado como dia especial, dedicado ao descanso, dia em que sessavam todas as atividades, tendo exemplo no criador, que depois de concluir a criação, descansou no sétimo dia.
Moisés acrescentou outro significado ao sábado, para que o povo trouxesse sempre à memória o livramento do Egito (Deuteronômio 5:15).
Mais tarde, os escribas e fariseus acrescentaram trinta e nove proibições relacionadas ao sábado, tornando o sétimo dia um fardo. Jesus os criticou, ensinando que o sábado foi estabelecido por causa do homem, e não o homem por causa do sábado (Marcos 2:27).
A igreja primitiva passou a se reunir no domingo para honrar a ressurreição de Jesus Cristo (João 20:19; Atos 20:7). Desde desse momento os cristãos passaram a separar o domingo como seu dia de culto.
O sábado foi estabelecido como referencial a ser observado para bem estar do povo, seus servos e seus animais e como memorial da libertação da escravidão.
O cristianismo adotou o domingo como seu dia de descanso e de adoração. Dia separado para celebrarmos a vitória de Cristo sobre a morte, dia de celebrar nossa libertação da escravidão ao pecado alcançada na cruz por nosso Salvador.
Seja Bem-vindo ao meu blog. Você pode copiar os meus textos só não esqueça de citar a fonte e o autor. O conhecimento e a experiência devem trabalhar conjuntamente para nos levar de forma segura à sabedoria. REV. TIAGO SILVEIRA
25 de jan. de 2017
MEDITAÇÕES NOS DEZ MANDAMENTOS - 3º Mandamento
Êxodo 20:7 NVI
“Não tomarás em vão o nome do Senhor , o teu Deus, pois o Senhor não deixará impune quem tomar o seu nome em vão".
O nome de uma pessoa é um patrimônio inestimável. Representa seu caráter e reputação. O nome do Senhor é maior do que todos e deve ser honrado e exaltado.
Quando oramos a oração que Jesus nos ensinou, a primeira coisa que pedimos é: "santificado seja o teu nome" (Mateus 6:9). Esta é uma súplica que envolve um compromisso da nossa parte, de honrar o nome do Senhor, não o envergonhando com nosso fútil procedimento, com palavras inadequadas ou a indiferença. Se nos declaramos seus adoradores e exaltamos seu nome em cânticos e orações, como podemos desonra-lo com nossos pecados?
Também quando nos comprometemos fazendo votos de fidelidade e não perseveramos, sendo inconstantes e volúveis em nossos deveres, estamos tomando o nome do Senhor em vão.
O filho de Deus tem orgulho do nome do seu pai, honrando-o em sua vida diária, mantendo a sua fidelidade e perseverança, por respeito e consideração ao santo nome daquele que nos guia e protege e nos resgatou da perdição.
“Não tomarás em vão o nome do Senhor , o teu Deus, pois o Senhor não deixará impune quem tomar o seu nome em vão".
O nome de uma pessoa é um patrimônio inestimável. Representa seu caráter e reputação. O nome do Senhor é maior do que todos e deve ser honrado e exaltado.
Quando oramos a oração que Jesus nos ensinou, a primeira coisa que pedimos é: "santificado seja o teu nome" (Mateus 6:9). Esta é uma súplica que envolve um compromisso da nossa parte, de honrar o nome do Senhor, não o envergonhando com nosso fútil procedimento, com palavras inadequadas ou a indiferença. Se nos declaramos seus adoradores e exaltamos seu nome em cânticos e orações, como podemos desonra-lo com nossos pecados?
Também quando nos comprometemos fazendo votos de fidelidade e não perseveramos, sendo inconstantes e volúveis em nossos deveres, estamos tomando o nome do Senhor em vão.
O filho de Deus tem orgulho do nome do seu pai, honrando-o em sua vida diária, mantendo a sua fidelidade e perseverança, por respeito e consideração ao santo nome daquele que nos guia e protege e nos resgatou da perdição.
MEDITAÇÕES NOS DEZ MANDAMENTOS - 1º e 2º Mandamento
Êxodo 20:1-6 NVI
E Deus falou todas estas palavras: “Eu sou o Senhor , o teu Deus, que te tirou do Egito, da terra da escravidão. “Não terás outros deuses além de mim. “Não farás para ti nenhum ídolo, nenhuma imagem de qualquer coisa no céu, na terra, ou nas águas debaixo da terra. Não te prostrarás diante deles nem lhes prestarás culto, porque eu, o Senhor , o teu Deus, sou Deus zeloso, que castigo os filhos pelos pecados de seus pais até a terceira e quarta geração daqueles que me desprezam, mas trato com bondade até mil gerações aos que me amam e obedecem aos meus mandamentos.
A expressão "o Senhor teu Deus" aparece cinco vezes na promulgação dos dez mandamentos, lembrando ao povo a aliança que fizeram com o Senhor e fazendo-os viver em fidelidade, reconhecendo em gratidão o quanto Ele fez com seu poder por eles.
Não existe a possibilidade de Deus dividir seu trono com outra divindade. Se Ele é eterno e todo poderoso, é também único.
O ídolo pode ser de pedra, de madeira ou metal, representando uma divindade, pessoa ou animal. Porém, estamos sujeitos a transformar em ídolo tudo aquilo ao qual dedicamos tempo e energia. Tudo pelo qual fazemos sacrifícios, amando e servindo. Os homens e mulheres se cercam de ídolos o tempo todo, servindo ao dinheiro, ao status, carreira, trabalho, bens materiais ou outras pessoas (pais, filhos, conjuge, namorado(a)). Sempre que uma dessas ou outras coisas ou pessoas assumem domínio sobre nossas vidas, nossa fidelidade a Deus se vê ameaçada. Se o amamos e temos com Ele uma aliança, Ele sempre ocupará o trono do nosso coração.
E Deus falou todas estas palavras: “Eu sou o Senhor , o teu Deus, que te tirou do Egito, da terra da escravidão. “Não terás outros deuses além de mim. “Não farás para ti nenhum ídolo, nenhuma imagem de qualquer coisa no céu, na terra, ou nas águas debaixo da terra. Não te prostrarás diante deles nem lhes prestarás culto, porque eu, o Senhor , o teu Deus, sou Deus zeloso, que castigo os filhos pelos pecados de seus pais até a terceira e quarta geração daqueles que me desprezam, mas trato com bondade até mil gerações aos que me amam e obedecem aos meus mandamentos.
A expressão "o Senhor teu Deus" aparece cinco vezes na promulgação dos dez mandamentos, lembrando ao povo a aliança que fizeram com o Senhor e fazendo-os viver em fidelidade, reconhecendo em gratidão o quanto Ele fez com seu poder por eles.
Não existe a possibilidade de Deus dividir seu trono com outra divindade. Se Ele é eterno e todo poderoso, é também único.
O ídolo pode ser de pedra, de madeira ou metal, representando uma divindade, pessoa ou animal. Porém, estamos sujeitos a transformar em ídolo tudo aquilo ao qual dedicamos tempo e energia. Tudo pelo qual fazemos sacrifícios, amando e servindo. Os homens e mulheres se cercam de ídolos o tempo todo, servindo ao dinheiro, ao status, carreira, trabalho, bens materiais ou outras pessoas (pais, filhos, conjuge, namorado(a)). Sempre que uma dessas ou outras coisas ou pessoas assumem domínio sobre nossas vidas, nossa fidelidade a Deus se vê ameaçada. Se o amamos e temos com Ele uma aliança, Ele sempre ocupará o trono do nosso coração.
11 de nov. de 2016
O ANJO DO SENHOR APARECE A AGAR
Disse-lhe ainda o Anjo do Senhor: Você está grávida e terá um filho, e lhe dará o nome de Ismael, porque o Senhor a ouviu em seu sofrimento. (Gênesis 16:11)
Agar foi serva
de Sara, mulher de Abraão. Ela é apresentada na Bíblia em meio a um conflito
com sua senhora e uma demonstração de incredulidade e impaciência de Sara e
Abraão em relação à sua descendência. Eles tinham a promessa do Senhor
(15:1-6), mas julgaram que não seria cumprida. Agar é oferecida por Sara a
Abraão como uma solução “quebra galho”, da mesma forma que Abraão pensava em
relação a Eliezer, seu servo (Gn 15:2,3).
Agar ficou
grávida e começou a desprezar Sara. Essa foi se queixar com Abraão, ele se
mostrou indiferente e Agar foi maltratada e fugiu para o deserto (Gn 16:4-6).
Ali foi encontrada pelo Anjo do Senhor junto à uma fonte. Esse anjo não era somente
um mensageiro de Deus (a palavra “anjo” significa “mensageiro”), mas, ao que
tudo indica, uma manifestação do Messias, Jesus, o Filho de Deus. Ele é diferenciado
e, ao mesmo tempo, identificado com Deus. Apesar de ser mensageiro, fala como o
próprio Deus, na primeira pessoa e faz para ela a mesma promessa feita a Abraão
(Gn 16:10). A promessa foi reafirmada (Gn 17:20) e cumprida (Gn 25:13-16). Agar
reconhece que Ele é Deus, “aquele que me vê” (v. 13).
A história de
Agar nos dá uma série de mensagens importantes para nossa vida. Em primeiro
lugar aprendemos que a impaciência nos leva a produzir atalhos que geram
consequências amargas. No caso de Sara e Abraão, gerou desprezo, conflito,
inveja, indiferença, abandono, fuga, tristeza, solidão. Os nossos atalhos não
se comparam aos caminhos perfeitos de Deus.
Também
aprendemos que as nossas soluções quebra galho trazem consequências para a vida
toda. Ismael, que nasceu da relação de Abraão com Agar, foi pai da nação Árabe
e seus descendentes viveram em hostilidade contra seus irmãos (Gn 25:17,18),
dando prosseguimento ao conflito entre Sara e Agar.
Mas aprendemos
que Deus usa sempre de misericórdia e graça. O anjo do Senhor foi ao encontro
de Agar para tirá-la do deserto e a fez voltar à submissão de sua senhora. Ele
olhou para Agar, viu a sua aflição e não a deixou só. Ele é o Deus que vê. A
fonte onde Agar foi encontrada pelo Anjo do Senhor ficou conhecida como
“Beer-Laai-Roi, que significa “poço daquele que vive e me vê”. O filho dela foi
chamado pelo nome de “Ismael”, que significa “Deus ouve”. Assim, Deus se
manifestou em seu filho à Agar, vendo sua situação e ouvindo seu clamor.
Restaurou as relações e deixou promessas de vida e prosperidade.
Jesus veio ao
nosso encontro, nos encontrou no deserto, em meio ao pecado e à dor. Ele
restaurou a nossa vida e nos cobriu de promessas que se cumprem dia a dia em
nossa jornada de Fé.
DEUS, PELA REFORMA, LIBERTOU A IGREJA
Tenho ouvido, ó SENHOR, as tuas declarações, e me sinto alarmado; aviva a tua obra, ó SENHOR, no decorrer dos anos, e, no decurso dos anos, faze-a conhecida; na tua ira, lembra-te da misericórdia. (Hc 3:2)
A Igreja na Idade Média vivia uma crise que a afastava de Deus e a empobrecia espiritualmente. Muita influencia do paganismo, o crescimento do poder do Papa, a falta de assistência ao povo, o afastamento das Escrituras, foram alguns fatores que contribuíram para acorrentar a igreja ao misticismo, ao poder papal, à ignorância.
O esforço dos reformadores buscava uma igreja livre das superstições e misticismo, trazendo-a para perto das Escrituras. Somente o conhecimento da revelação de Deus pode livrar a igreja das crendices e mentiras. Somente pelas Escrituras o pecador enxerga a Verdade e se liberta do medo (Jo 17:17).
Os reformadores buscavam uma libertação da igreja do domínio da instituição e da autoridade do Papa, buscavam uma igreja mais dependente da autoridade de Cristo, que não tivesse medo das autoridades eclesiásticas, mas caminhassem no temor do Senhor. Somente Cristo deveria ser o centro. Somente por meio dele o pecador é salvo.
Buscaram livrar a igreja da tentativa de comprar o perdão de Deus pelas indulgências e penitências. Levaram a igreja para debaixo da graça de Deus, mais dependentes do seu amor e misericórdia e menos confiantes nas indulgências. Somente pela graça, mediante a fé, o pecador é remido do pecado (Ef 2:8).
Buscaram libertar a igreja das boas obras como caminho para a salvação. Levaram a igreja de volta para o caminho da Fé. As boas obras são uma evidência de um crente que já foi salvo e se dedica a servir a Deus e ao próximo. Não servem para conduzi-lo para Deus. Somente pela Fé o pecador recebe a dádiva da Salvação, vinda das mãos de Deus aos seus escolhidos (Rm 3:28).
Buscaram libertar a igreja da idolatria, que roubava a glória de Deus. A devoção aos santos, às relíquias, às imagens desviava o foco daquele que deve receber toda a honra. Os reformadores levaram a igreja a glorificar somente a Deus (Lc 4:8).
A reforma foi um grande avivamento promovido por Deus para libertar a igreja do misticismo, do medo, do poder papal, das indulgências, das boas obras como meio de salvação. A Reforma ensinou que somente as Escrituras revelam a Verdade, somente Cristo é o cabeça da igreja e o salvador, somente pela graça e mediante a Fé o pecador é salvo e somente Deus deve receber a glória.
A Igreja na Idade Média vivia uma crise que a afastava de Deus e a empobrecia espiritualmente. Muita influencia do paganismo, o crescimento do poder do Papa, a falta de assistência ao povo, o afastamento das Escrituras, foram alguns fatores que contribuíram para acorrentar a igreja ao misticismo, ao poder papal, à ignorância.
O esforço dos reformadores buscava uma igreja livre das superstições e misticismo, trazendo-a para perto das Escrituras. Somente o conhecimento da revelação de Deus pode livrar a igreja das crendices e mentiras. Somente pelas Escrituras o pecador enxerga a Verdade e se liberta do medo (Jo 17:17).
Os reformadores buscavam uma libertação da igreja do domínio da instituição e da autoridade do Papa, buscavam uma igreja mais dependente da autoridade de Cristo, que não tivesse medo das autoridades eclesiásticas, mas caminhassem no temor do Senhor. Somente Cristo deveria ser o centro. Somente por meio dele o pecador é salvo.
Buscaram livrar a igreja da tentativa de comprar o perdão de Deus pelas indulgências e penitências. Levaram a igreja para debaixo da graça de Deus, mais dependentes do seu amor e misericórdia e menos confiantes nas indulgências. Somente pela graça, mediante a fé, o pecador é remido do pecado (Ef 2:8).
Buscaram libertar a igreja das boas obras como caminho para a salvação. Levaram a igreja de volta para o caminho da Fé. As boas obras são uma evidência de um crente que já foi salvo e se dedica a servir a Deus e ao próximo. Não servem para conduzi-lo para Deus. Somente pela Fé o pecador recebe a dádiva da Salvação, vinda das mãos de Deus aos seus escolhidos (Rm 3:28).
Buscaram libertar a igreja da idolatria, que roubava a glória de Deus. A devoção aos santos, às relíquias, às imagens desviava o foco daquele que deve receber toda a honra. Os reformadores levaram a igreja a glorificar somente a Deus (Lc 4:8).
A reforma foi um grande avivamento promovido por Deus para libertar a igreja do misticismo, do medo, do poder papal, das indulgências, das boas obras como meio de salvação. A Reforma ensinou que somente as Escrituras revelam a Verdade, somente Cristo é o cabeça da igreja e o salvador, somente pela graça e mediante a Fé o pecador é salvo e somente Deus deve receber a glória.
13 de set. de 2016
É MELHOR QUEIMAR-SE QUE OXIDAR-SE
João 12:20-26 NVI
Entre os que tinham ido adorar a Deus na festa da Páscoa, estavam alguns gregos. Eles se aproximaram de Filipe, que era de Betsaida da Galileia, com um pedido: “Senhor, queremos ver Jesus”. Filipe foi dizê-lo a André, e os dois juntos o disseram a Jesus. Jesus respondeu: “Chegou a hora de ser glorificado o Filho do homem. Digo verdadeiramente que, se o grão de trigo não cair na terra e não morrer, continuará ele só. Mas, se morrer, dará muito fruto. Aquele que ama a sua vida a perderá; ao passo que aquele que odeia a sua vida neste mundo a conservará para a vida eterna. Quem me serve precisa seguir-me; e, onde estou, o meu servo também estará. Aquele que me serve, meu Pai o honrará.
Os judeus buscavam ver os sinais que Jesus realizava (Mateus 12:38). Esses gregos queriam simplesmente ver a Jesus. Pediram a Filipe e esse os levou a André que gostava de apresentar pessoas a Jesus.
Gregos eram pessoas curiosas, estavam sempre em busca da verdade. Esses ouviram falar do Mestre e de como ensinava com autoridade. Muitos hoje ainda buscam curiosamente saber de Cristo, ao encontra-lo são envolvidos por seu amor, impactados pelo evangelho e motivados por um novo propósito para suas vidas.
Jesus os recebe com uma mensagem radical. Ele olha além da cruz, vislumbrando sua glorificação (Lucas 24:26). Ele porém sabia da necessidade da crucificação.
Ele passa a ensinar aos discípulos a lição da semente que morre para fazer brotar a vida que carrega dentro dela. Estava demonstrando com sua própria missão que os seus seguidores não tem como alvo principal a busca de objetivos egoístas. Um homem torna-se útil para Deus quando enterra suas ambições.
O cristianismo tem avançado aos confins do mundo pela entrega total de homens e mulheres dispostos a queimar suas vidas, como a vela que se consome para iluminar. Christmas Evans, grande evangelista, dizia: "É melhor queimar-se que oxidar-se".
Teremos sempre diante de nós a opção de buscar o nosso conforto ou a conformidade com a imagem de Cristo (Romanos 8:29)
12 de jun. de 2016
O ESPÍRITO SANTO: FÔLEGO DE VIDA
Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco! Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio. E, havendo dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo. (João 20:21,22)
Os discípulos estavam vivendo um momento de crise. O seu Mestre, “varão profeta, poderoso em obras e palavras, diante de Deus e de todo o povo” (Lc 24:19) havia sido condenado pelos sacerdotes a morte e crucificado. Eles tinham medo de também serem presos e se escondiam a portas fechadas.
Imaginamos o que estaria passando em seus corações. Toda a frustração, o desalento, a tristeza naquela hora. Foi exatamente neste momento de crise, quando se escondiam, que Jesus aparece no meio deles e os saúda dizendo: “Shalom” – Paz seja convosco. Mostra o seu lado e suas mãos, feridos pela lança do soldado e pelos pregos da cruz e depois sopra sobre eles declarando: “recebam o Espírito Santo”. Isto era tudo o que eles precisavam. A Paz vinda da parte de Deus, a certeza de que Jesus mesmo havia ressuscitado e o fôlego do Espírito Santo.
Estando em Paz, renovados com a realidade da ressurreição e o sopro do Espírito Santo, eles recebem a missão do Mestre: “assim como o Pai me enviou, eu também vos envio” (Lc 20:23). Jesus precisava deles foram daquela casa, dando continuidade à obra que Ele iniciara, anunciando o Reino de Deus e a salvação oferecida por Deus.
Na realidade, os discípulos seriam plenamente cheios do Espírito no dia de Pentecostes (veja At 2:1-4). Este episódio transformou completamente a vida deles, pois passaram a pregar ousadamente, enfrentaram as autoridades judaicas e a perseguição, espalhando a mensagem do Evangelho em todo lugar.
Em momentos de crise, quando nos sentimos desanimados e sem alento, recebemos do Espírito Santo o fôlego de vida. É Ele quem habita em nós, quem nos ajuda a orar e nos faz lembrar as palavras de Jesus. (Jo 14:17; Rm 8:26; Jo 14:26).
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