16 de ago. de 2015

EVIDÊNCIAS DA CONVERSÃO 07 – Alegria de estar na comunhão dos irmãos

(Publicado no boletim da IP Ribeira em 16/08/2015) 

Oh! Como é bom e agradável viverem unidos os irmãos!”  (Sl 133:1)
O convertido tem prazer em estar na companhia dos irmãos em Cristo. Ao recebermos a salvação recebemos também uma família, a família da fé, a família de Deus: “Assim, já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus”  (Ef 2:19). Passamos a ser irmãos, pois Deus nos escolheu para sermos seus filhos: “assim como nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade” (Ef 1:5).
Uma outra expressão que a Bíblia usa para falar da família de Deus é o “Corpo de Cristo”: “Porque assim como num só corpo temos muitos membros, mas nem todos os membros têm a mesma função, assim também nós, conquanto muitos, somos um só corpo em Cristo e membros uns dos outros”  (Rm 12:4,5). Assim como no nosso corpo os membros interagem e se ajudam (tente imaginar a mão sem o auxílio do braço e do antebraço), assim também no Corpo de Cristo a ajuda mútua é indispensável, pois é assim que somos suportados e nos mantemos. Não podemos estar separados: “para que não haja divisão no corpo; pelo contrário, cooperem os membros, com igual cuidado, em favor uns dos outros. De maneira que, se um membro sofre, todos sofrem com ele; e, se um deles é honrado, com ele todos se regozijam” (1Co 12:25,26). No sofrimento ou na honra estamos juntos, esta é a mensagem que o texto quer nos passar.
Antes de nos convertemos a Igreja não fazia parte do nosso dia a dia, não entendíamos porque os crentes estão sempre na igreja. Hoje, sendo parte do Corpo de Cristo, compreendemos que esta ligação entre nós é essencial. Não é apenas uma afinidade, é uma necessidade, pois a nossa condição de membros uns dos outros nos leva a estarmos juntos.
Assim, a experiência da conversão nos conduz à convivência fraterna e essencial na família de Deus, o Corpo de Cristo, ajudando e sendo ajudado, colaborando e suportando em amor uns aos outros.

14 de ago. de 2015

156 ANOS DA IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL



(Publicado no boletim da IP Ribeira em 09/08/2015)
 Corria o ano de 1517 e na Europa a Igreja estava corrompida por vários descaminhos. O clero acumulava riquezas, o povo não tinha acesso à Bíblia e havia muita superstição. O perdão de Deus e a entrada no paraíso eram vendidos com as indulgências. Martinho Lutero, um monge agostiniano, se revoltando contra estas coisas, fixou na porta da igreja do castelo de Wittenberg, na Alemanha, suas 95 teses contra as indulgências e a autoridade do Papa. Era o dia 31 de outubro de 1517. Esta data ficou marcada como data de início do movimento reformado, que se aproxima de comemorar 500 anos. Outros movimentos já estavam em curso, buscando mudar a igreja e aproximar a Bíblia das mãos do povo. Lutero acabou sendo excomungado, mas o movimento reformador espalhou-se por toda a Europa. Chegando à Inglaterra, Escócia e Irlanda os reformados estabelecem um sistema de governo representativo liderado pelos presbíteros ou anciãos. João Knox funda na Escócia a primeira igreja presbiteriana em 1560. O presbiterianismo vai chegar aos Estados Unidos, assumindo uma forma diferente, somente em 1705.
Em 1833 nascia em West Hanover, Pensilvania, o menino Ashbel Green Simonton, descendente de escoceses e irlandeses. Crescido, pensou em ser professor ou advogado, mas influenciado por um reavivamento em 1855, fez a profissão de fé e logo depois ingressou no seminário de Princeton. Lá, ouviu um sermão de seu professor, o famoso teólogo Charles Hodge, que  levou Simonton a pensar em ser missionário. Três anos depois estava se candidatando na Junta de Missões da Igreja Presbiteriana para ser missionário no Brasil. Chegou ao Rio de Janeiro com a idade de 26 anos em 12 de Agosto de 1859.
Inicialmente dando assistência nos navios americanos e ingleses ancorados no porto do Rio, Simonton começou os primeiros contatos com os brasileiros, ainda sem saber o português. Em 12 de Janeiro de 1862 foi organizada a 1ª igreja Presbiteriana no Brasil, na Rua do Ouvidor, por Simonton, seu cunhado, Alexander Blackford, o segundo missionário presbiteriano a chegar em nossa terra e o recém chegado missionário Francis J. C. Schneider. Foram batizados os dois primeiros membros, um americano e um português. A nova comunidade mudou de endereço algumas vezes e veio a se fixar finalmente na Rua da Barreira, atual Silva Jardim, no centro do Rio muitos anos depois.
Simonton fundou o primeiro jornal protestante do Brasil, o “Imprensa Evangélica” (1864). Participou no ano seguinte da fundação do primeiro presbitério e em 1867 do primeiro seminário. O primeiro pastor evangélico ordenado no Brasil foi o Rev. José Manoel da Conceição, ex-padre, em 1865. Outras igrejas foram fundadas nesse período: São Paulo, Brotas, Lorena, Borda da Mata e Sorocaba. Simonton faleceu em dezembro 1867, aos 35 anos, vitima da febre amarela.
A Igreja Presbiteriana continuou a crescer. Em 1869 chegam os missionários da Igreja Presbiteriana do Sul dos Estados Unidos (Simonton era do Norte). Eles plantam igrejas em Campinas, Oeste de Minas e Sul de Goiás. Também foram pioneiros no norte e nordeste do Brasil. O Mackenzie College ou Colégio Protestante foi criado em 1891.
Hoje a IPB está presente em todo o Brasil, anunciando o Evangelho do Reino e abençoando vidas através das igrejas que continuam sendo plantadas, as escolas e a Universidade Presbiteriana Mackenzie. Oremos para que novas oportunidades estejam sempre aparecendo e tenhamos em nossas igreja homens e mulheres da fibra e do dinamismo de Simonton e seus companheiros, os primeiros missionários que abriram esta trilha, na qual caminhamos até hoje, 156 anos depois.

EVIDÊNCIAS DA CONVERSÃO 06 – Aversão ao pecado



( Publicado no boletim da IP Ribeira em 02/08/2015)

“Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus” (1Jo 3:9)
Outra evidência imediata da conversão é a aversão pelo pecado. O texto de 1 João nos ensina que aquele que é nascido de Deus não vive na prática do pecado. É importante que se esclareça que o filho de Deus, aquele que é uma nova criatura, ainda é um pecador e ainda está sujeito a cair no pecado. Não existe cristão sem pecado (1Jo 1:8). No entanto, o texto acima destaca que esta pessoa não vive na prática do pecado, ou seja, não tem o pecado como algo constante. Isso acontece porque aquele que é nascido de Deus tem nele a “divina semente”. Isto pode significar o Espírito Santo que está agindo no crente e não permite que o pecado habite no mesmo ser. Esta influência da semente de Deus é tão forte que não permite espaço para que o pecado tome conta novamente.
O Apóstolo Paulo relata sua experiência com o pecado que ele afirma que detestava, mas acabava por fazer o que não queria: Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro, e sim o que detesto. Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço” (Rm 7:15, 19). Ele diz que esta é a Lei do pecado da qual ele foi liberto por Cristo e que então andava não mais segundo a carne, mas segundo o Espírito (Rm 8:1-4)
Quando pecamos sabemos que temos um advogado que intercede por nós: “Filhinhos meus, estas coisas vos escrevo para que não pequeis. Se, todavia, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo  (1Jo 2:1). O conhecimento desta verdade não pode, em hipótese alguma, levar-nos a acomodação, achando que sempre seremos liberados por nosso advogado divino. Isto não acontece também porque temos um advogado de Deus que age em nosso coração, nos fazendo lembrar do que Jesus nos ensinou: “mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito(Jo 14:26). Assim, temos a segurança de obter o perdão de Deus por que um advogado intercede por nós diante dele, Jesus, o nosso intercessor e sabemos que dentro de nós existe um advogado de Deus que intercede por Ele, nos lembrando da maneira certa de fazer as coisas.

26 de jul. de 2015

EVIDENCIAS DA CONVERSÃO 05– Alegria de estar na casa de Deus

(Publicado no boletim da IP Ribeira em 26/07/2015)
Alegrei-me quando me disseram: Vamos a Casa do Senhor” (Sl 122:1)
O verdadeiro convertido tem alegria de frequentar a Casa de Deus, assim como tem prazer na Lei do Senhor (Sl 1:2). Sente-se bem no meio do povo de Deus, louvando, orando e aprendendo mais da Palavra. Não troca esta alegria por outros compromissos, mas prioriza o culto, a Escola Dominical, a reunião de Oração.
A igreja é uma instituição divina, um local preparado por Ele para que o seu povo se reúna para buscá-lo: “também os levarei ao meu santo monte e os alegrarei na minha Casa de Oração; os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no meu altar, porque a minha casa será chamada Casa de Oração para todos os povos”  (Is 56:7). É um lugar de encontro, de comunhão, de crescimento espiritual, de alegria. O texto nos diz que a Casa de Deus é Casa de Oração. É onde nos unimos intercedendo uns pelos outros.
O convertido sente necessidade de estar em comunhão, junto com aqueles que passaram pela mesma experiência e foram salvos por Jesus Cristo. A comunhão no corpo de Cristo é fundamental para a vida do crente. Cada membro do Corpo de Cristo é importante e contribui individualmente para o crescimento do Corpo (Ef 4:16). Na igreja somos unidos para sustentarmos uns aos outros, praticando o amor e o perdão: “Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós” (Cl 3:13). Somente através da convivência é que aprendemos a amar e perdoar.
Alguns afirmam que podem buscar a Deus em qualquer lugar, que não precisam da igreja. Estes não aprenderam ainda o valor da comunhão. É na convivência e na ajuda mútua, que obtemos na igreja, que somos fortalecidos e evitamos o pecado: “Pelo contrário, exortai-vos mutuamente cada dia, durante o tempo que se chama Hoje, a fim de que nenhum de vós seja endurecido pelo engano do pecado”  (Hb 3:13).

Por isso, devemos valorizar a cada dia o convívio na congregação dos santos, não desprezando as reuniões e os cultos, pois virão dias maus, quando precisaremos estar ainda mais fortalecidos e preparados: “Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima” (Hb 10:25).

20 de jul. de 2015

EVIDÊNCIAS DA CONVERSÃO 04 - Testemunho

(Publicado no boletim da IP Ribeira em 19/07/2015)

Além da evidencia no comportamento, além da evidência do prazer de estudar a Bíblia e de orar, o convertido se aplica a dar testemunho de sua conversão.
Jesus ao prometer a vinda do Espírito Santo definiu também que ele concederia poder aos discípulos para testemunhar: “mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra”  (At 1:8). A descida do Espírito Santo estava intimamente ligada à propagação da mensagem do Evangelho. Isso era extremamente necessário naquele momento, quando a Igreja se estabeleceria e construiria os seus alicerces na Palavra, na Oração, na Unidade e no Testemunho (At 2:41-47). Porém hoje é ainda mais necessário, pois a Igreja precisa continuar a mesma missão dada por Jesus. Ela ainda não foi concluída.
A experiência de conversão é marcante e traz regozijo, pois promove vida abundante (Jo 10:10). Esta experiência agradável e significativa nos move a compartilhar. Não é possível guardar para si ou calar a respeito de algo que nos fez tão bem e mudou a nossa vida (At 4:20). Aquilo que vivenciamos diariamente com Deus confirma a escolha que Ele fez e nos impulsiona a compartilhar com outros. Assim, dar testemunho da Salvação para o crente é tão natural como respirar.
Este foi o método escolhido por Deus para fazer o seu Reino crescer e se expandir. Seu objetivo é levar o testemunho a respeito de Jesus até aos confins da Terra. Cada discípulo contribui neste objetivo dando testemunho aos que estão ao seu redor.

Para que o testemunho seja eficaz é necessária vida santificada. Não se dá o testemunho apenas com a pregação da Palavra, mas principalmente com as atitudes, através de uma vida transformada, que não se amolda aos padrões deste século (Rm 12:2). Todas as evidências da conversão que já estudamos, ou seja, a vida transformada, o apego a Palavra de Deus e à oração, contribuem para o testemunho, pois demonstram aquilo que Deus quer fazer na vida dos escolhidos. Nossa vida passa a ser uma carta de Deus ao mundo (2Co 3:3)

EVIDÊNCIAS DA CONVERSÃO 03 - Oração

(Publicado no boletim da IP Ribeira em 12/07/2015)

Aquele que passou da morte para a Vida e nasceu de novo, recebeu de Deus a salvação e teve as vida transformada. Seu comportamento mudou, seu interesse passa ser estudar as Escrituras e ele tem prazer em falar com Deus.
A oração é nossa conversa com Deus. Não é apenas um meio de pedir o que estamos precisando, mas a forma mais eficaz de estar em contato com aquele que mudou a nossa vida. Diariamente necessitamos deste contato, essencial à nossa vida. Quem descobre o prazer da conversa com Deus descobre a essência da comunhão. Esta conversa não se dá necessariamente somente em nossos momentos de devocional, mas pode e deve acontecer ao longo de todo o nosso dia, como uma conexão permanente que mantemos com o sustentador da vida, aquele que com sua providencia nos mantém.
Para uma vida produtiva e eficiente de oração precisamos de algumas atitudes que são essenciais para a vida cristã e mantém a nossa conversa com Deus permanentemente aberta.
As duas primeiras condições estão em 2Cr 7:14: “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra”. Humildade e arrependimento não podem faltar na vida do convertido. Aquele que teve  o rumo der sua vida modificado por Deus teve como primeira reação o arrependimento e a confissão de pecados. Isto só acontece no coração do contrito, daquele que humildemente, perante a soberania divina, reconhece que seu pecado é motivo de tristeza, é motivo de separação do criador. Assim, ante de orar humildade e confissão.
A segunda condição é a sinceridade e fidelidade: “Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração” (Jr 29:13). Buscar de todo o coração significa crer totalmente e entregar-se totalmente. Um coração dividido, que tem sua devoção repartida, não está completamente disponível para Deus e não vai obter dEle o favor que precisa. O Senhor nos quer por inteiro.
Em terceiro lugar a fé: “Por isso, vos digo que tudo quanto em oração pedirdes, crede que recebestes, e será assim convosco”  (Mc 11:24). Tudo que pedimos em humildade e confissão, de todo coração, em comunhão com Deus, podemos ter a certeza de que receberemos, mesmo não vendo ainda (Hb 11:1). A fé foi decisiva em muitos milagres que Jesus realizou. Em Nazaré não realizou muitos por causa da falta de fé (Mt 13:58). Sem fé é impossível agradar a Deus (Hb 11:6).
Finalmente, a outra condição para o resultado satisfatório de nossas orações, é a obediência e disposição para agradar o Senhor: “E aquilo que pedimos dele recebemos, porque guardamos os seus mandamentos e fazemos diante dele o que lhe é agradável” (1Jo 3:22). Andar longe da vontade de Deus, agindo conforme a nossa própria vontade, é o caminho para não o ouvirmos falar. Quando nos dispomos a guardar a sua Palavra e fazer o que lhe é agradável estaremos no caminho certo para obter êxito nas nossas orações.



EVIDÊNCIAS DA CONVERSÃO 02 - Apego à Palavra de Deus

(publicado no boletim da IP Ribeira em 28/06/2015)
Outra evidência importante da conversão é o apego a Palavra de Deus. Não apenas mais vontade de ler e aprender da Bíblia, mas disposição para obedecer. 

A pessoa que já nasceu de novo, que passou da morte para a vida, tem um comportamento diferente, age de forma diferente de como agia, conforme vimos na pastoral passada. Esta mudança de atitude, de pensamento, na forma de falar, vem da influencia interior do Espírito Santo que conduz o crente por caminhos retos. Mas o Espírito também o conduz ao conhecimento da Palavra e, consequentemente, ao conhecimento da vontade de Deus: “Quando vier, porém, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas que hão de vir. Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu e vo-lo há de anunciar” (Jo 16:13,14).

Conhecendo e obedecendo a Palavra o crente evita o pecado: “guardo no coração as tuas palavras, para não pecar contra ti” (Sl 119:11). Também evita as más companhias, por sentir mais prazer em meditar na Bíblia de dia e de noite (Sl 1:1,2). Obedecendo a Palavra o crente é bem sucedido em tudo o que fizer (Js 1:7,8). O crente obtém perseverança porque pela Palavra toma conhecimento das maravilhas que Deus fez no passado por meio dos seus servos: “Portanto, também nós, visto que temos a rodear-nos tão grande nuvem de testemunhas, desembaraçando-nos de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, corramos, com perseverança, a carreira que nos está proposta” (Hb 12:1).

A relação que o convertido tem com a Bíblia é, portanto, essencial. Não existe conversão sem a pregação da Palavra: “E, assim, a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo” (Rm 10:17). Não existe vida convertida sem a Palavra.