Seja Bem-vindo ao meu blog. Você pode copiar os meus textos só não esqueça de citar a fonte e o autor. O conhecimento e a experiência devem trabalhar conjuntamente para nos levar de forma segura à sabedoria. REV. TIAGO SILVEIRA
19 de jul. de 2010
Sand Art - "One man's Dream 2010" - SandFantasy
Uma forma muito criativa de se contar uma estória, usando a arte com areia...
PROTEGIDOS POR DENTRO E POR FORA
Publicado no Boletim da IP Ribeira em 18/07/2010
O inverno é estação preferida de muitas pessoas. Normalmente é a época de tirarmos os casacos e agasalhos do armário. É um momento em que as pessoas parecem mais elegantes, mais bem vestidas.
Estou escrevendo este texto aqui de Curitiba onde já ouvi falar que a temperatura chegou a 4°. Hoje a previsão é de 7°. Nestas condições recorremos às jaquetas, casacos, suéteres, gorro, cachecol etc. O objetivo principal dos agasalhos não é somente proteger o corpo do frio ao redor, mas principalmente, manter a temperatura do próprio corpo, não permitindo a perda de calor natural. Acabamos então recorrendo a várias peças de roupa que vão sendo sobrepostas (o efeito cebola). Assim, acabamos nos provendo de uma espécie de “armadura” que nos protege, conservando nossas defesas naturais.
Isto nos faz pensar na armadura do cristão que o Apóstolo Paulo nos fala em Efésios 6:13-17. Ele nos recomenda usar o cinto da verdade, a couraça da justiça, calçar os pés com o Evangelho da Paz, usando também o escudo da fé, o capacete da salvação e a espada do Espírito.
Claro que a sua visão era de um soldado bem protegido e armado para ir à guerra contra as forças espirituais do mal (v. 12). Porém, podemos nos lembrar da “armadura” que usamos contra o frio, conservando nosso calor corporal, como uma boa ilustração do que precisamos fazer para enfrentar o nosso inimigo espiritual.
Sabemos que aqueles que entregaram suas vidas ao Salvador Jesus Cristo já são novas criaturas, não servem mais ao pecado, desenvolvem em suas vidas um novo caráter, marcado por valores morais, éticos e espirituais que identificam claramente os discípulos de Cristo: a verdade e a justiça, a devoção espiritual, o bom testemunho, a oração. Estes e outros valores nos aquecem a alma em uma comunhão fervorosa com o nosso Deus. Mas também sabemos que o inimigo quer esfriar a nossa relação com o Senhor. Ele quer congelar nossas relações fraternas dentro da igreja, quer baixar a temperatura de nosso entusiasmo com a obra de Deus.
Então, para não sermos vitimados pelo frio espiritual precisamos manter nossa alma aquecida, mantendo seu calor natural que em nós foi colocado pelo Senhor e que Ele mesmo acrescenta dia a dia. Ao mesmo tempo, com a mesma armadura, nos protegemos dos dardos inflamados do maligno (Ef 6:16).
Se você tem achado sua vida espiritual um tanto fria e até mesmo o frio do inverno afeta o seu entusiasmo, impedindo-o de estar em comunhão com os irmãos na igreja? procure proteger-se vestindo-se com louvor, calçando-se com a leitura da Palavra, abrigando-se na Casa do Senhor.
Manter a temperatura espiritual aquecida é a melhor forma de nos protegermos contra a frieza que o inimigos quer impor sobre nós. Usar o cinto da verdade, a couraça da justiça, calçar os pés com o Evangelho da Paz, usar o escudo da Fé, o capacete da Salvação e a espada do Espírito vai nos proteger dos seus ataques externos.
O inverno é estação preferida de muitas pessoas. Normalmente é a época de tirarmos os casacos e agasalhos do armário. É um momento em que as pessoas parecem mais elegantes, mais bem vestidas.
Estou escrevendo este texto aqui de Curitiba onde já ouvi falar que a temperatura chegou a 4°. Hoje a previsão é de 7°. Nestas condições recorremos às jaquetas, casacos, suéteres, gorro, cachecol etc. O objetivo principal dos agasalhos não é somente proteger o corpo do frio ao redor, mas principalmente, manter a temperatura do próprio corpo, não permitindo a perda de calor natural. Acabamos então recorrendo a várias peças de roupa que vão sendo sobrepostas (o efeito cebola). Assim, acabamos nos provendo de uma espécie de “armadura” que nos protege, conservando nossas defesas naturais.
Isto nos faz pensar na armadura do cristão que o Apóstolo Paulo nos fala em Efésios 6:13-17. Ele nos recomenda usar o cinto da verdade, a couraça da justiça, calçar os pés com o Evangelho da Paz, usando também o escudo da fé, o capacete da salvação e a espada do Espírito.
Claro que a sua visão era de um soldado bem protegido e armado para ir à guerra contra as forças espirituais do mal (v. 12). Porém, podemos nos lembrar da “armadura” que usamos contra o frio, conservando nosso calor corporal, como uma boa ilustração do que precisamos fazer para enfrentar o nosso inimigo espiritual.
Sabemos que aqueles que entregaram suas vidas ao Salvador Jesus Cristo já são novas criaturas, não servem mais ao pecado, desenvolvem em suas vidas um novo caráter, marcado por valores morais, éticos e espirituais que identificam claramente os discípulos de Cristo: a verdade e a justiça, a devoção espiritual, o bom testemunho, a oração. Estes e outros valores nos aquecem a alma em uma comunhão fervorosa com o nosso Deus. Mas também sabemos que o inimigo quer esfriar a nossa relação com o Senhor. Ele quer congelar nossas relações fraternas dentro da igreja, quer baixar a temperatura de nosso entusiasmo com a obra de Deus.
Então, para não sermos vitimados pelo frio espiritual precisamos manter nossa alma aquecida, mantendo seu calor natural que em nós foi colocado pelo Senhor e que Ele mesmo acrescenta dia a dia. Ao mesmo tempo, com a mesma armadura, nos protegemos dos dardos inflamados do maligno (Ef 6:16).
Se você tem achado sua vida espiritual um tanto fria e até mesmo o frio do inverno afeta o seu entusiasmo, impedindo-o de estar em comunhão com os irmãos na igreja? procure proteger-se vestindo-se com louvor, calçando-se com a leitura da Palavra, abrigando-se na Casa do Senhor.
Manter a temperatura espiritual aquecida é a melhor forma de nos protegermos contra a frieza que o inimigos quer impor sobre nós. Usar o cinto da verdade, a couraça da justiça, calçar os pés com o Evangelho da Paz, usar o escudo da Fé, o capacete da Salvação e a espada do Espírito vai nos proteger dos seus ataques externos.
28 de jun. de 2010
A OPÇÃO POR UMA VIDA DE INTEGRIDADE
Publicado no boletim da IPRibeira - 27/06/2010
O mundo inteiro viu o gol de Luis Fabiano na partida contra a Costa do Marfim. Uma bonita jogada, com dois chapéus sobre os adversários culminando com um chute certeiro que finalizou em gol. Pena que ficou a dúvida sobre a condução feita com o braço e com a mão no meio da jogada. O que uma das muitas câmeras espalhadas pelo campo também mostrou foi o rápido diálogo de Luis Fabiano com o árbitro francês após o gol. Pelas imagens temos a impressão que o juiz pede a confirmação do jogador se a bola não havia tocado a sua mão ou o braço, ao que o atleta nega imediatamente.
Sabemos que o gol já estava confirmado e não seria anulado, sabemos também que existia a dificuldade de comunicação por não falarem a mesma língua. Seria difícil explicar que o toque foi involuntário. No final fica a dúvida: foi intencional ou foi realmente involuntário?
Este episódio nos faz pensar sobre a maneira como reagimos diante situações de pressão no dia a dia. Falar a verdade e assumir a responsabilidade pelos próprios atos, não deixar dúvidas sobre suas verdadeiras intenções, pode ser difícil em determinadas circunstâncias.
Como discípulos de Cristo, em um mundo corrupto e corruptor, somos pressionados o tempo todo a deixarmos de lado valores éticos para tentar acomodar as coisas, o famoso jeitinho. Fazer o que todo mundo faz é uma grande tentação. “A verdadeira integridade implica em você fazer o que é certo quando ninguém está olhando ou quando todos estão transigindo” (Charles R Swindoll). Cada dia que passa fica mais necessário assumirmos uma vida de integridade para não sermos tragados pela corrente que conduz pelo caminho largo.
Integridade é a qualidade daquele que está inteiro, que não sofreu qualquer diminuição. É ser completo, intacto. O Salmo 15 nos ensina que a integridade e a verdade são marcas daquele que vai morar com Deus: “Quem, SENHOR, habitará no teu tabernáculo? Quem há de morar no teu santo monte? O que vive com integridade, e pratica a justiça, e, de coração, fala a verdade” (Sl 15:1,2). O Rev. Ricardo Barbosa declara: “Talvez a maior crise do cristianismo ocidental contemporâneo seja a crise de integridade, a incapacidade de integrar aquilo que cremos com a realidade e a forma como vivemos. Parece que existe entre nós uma falsa premissa de que, se temos uma boa música, temos uma boa adoração; se temos uma boa doutrina, temos uma boa espiritualidade; se temos um bom programa eclesiástico, temos uma missão, e por aí vai”
É terrível quando confundimos freqüência na igreja com vida de santidade; momento de louvor com vida de Louvor; momento de dedicação com vida de fidelidade. O que fazemos dentro das quatro paredes do templo é uma preparação para a prática diária da vida cristã que se caracteriza por ser sal e luz no mundo.
Cremos que um dos maiores exemplos de integridade na Bíblia é a vida de Daniel. Ele tomou a firme resolução de não se deixar contaminar (Dn 1:8). Aprendemos assim, que integridade é uma opção de vida, uma conduta que se assume como padrão. Porém, ele não estava sozinho, não dependia apenas do seu esforço, mas contava com a misericórdia de Deus: “Ora, Deus concedeu a Daniel misericórdia e compreensão da parte do chefe dos eunucos”. Se o Senhor não tivesse interferido de nada adiantaria toda a atitude resoluta de Daniel, uma hora ele iria cair.
Nas horas em que você for pressionado para tomar o caminho largo, lembre-se de orar e pedir a graça de Deus para manter resolutamente a decisão de não se contaminar com a dissimulação, o jeitinho, a corrupção. Lembre-se: ser íntegro é uma opção de vida é o padrão da vida de quem leva a Bíblia a sério.
Rev. Tiago Silveira
O mundo inteiro viu o gol de Luis Fabiano na partida contra a Costa do Marfim. Uma bonita jogada, com dois chapéus sobre os adversários culminando com um chute certeiro que finalizou em gol. Pena que ficou a dúvida sobre a condução feita com o braço e com a mão no meio da jogada. O que uma das muitas câmeras espalhadas pelo campo também mostrou foi o rápido diálogo de Luis Fabiano com o árbitro francês após o gol. Pelas imagens temos a impressão que o juiz pede a confirmação do jogador se a bola não havia tocado a sua mão ou o braço, ao que o atleta nega imediatamente.
Sabemos que o gol já estava confirmado e não seria anulado, sabemos também que existia a dificuldade de comunicação por não falarem a mesma língua. Seria difícil explicar que o toque foi involuntário. No final fica a dúvida: foi intencional ou foi realmente involuntário?
Este episódio nos faz pensar sobre a maneira como reagimos diante situações de pressão no dia a dia. Falar a verdade e assumir a responsabilidade pelos próprios atos, não deixar dúvidas sobre suas verdadeiras intenções, pode ser difícil em determinadas circunstâncias.
Como discípulos de Cristo, em um mundo corrupto e corruptor, somos pressionados o tempo todo a deixarmos de lado valores éticos para tentar acomodar as coisas, o famoso jeitinho. Fazer o que todo mundo faz é uma grande tentação. “A verdadeira integridade implica em você fazer o que é certo quando ninguém está olhando ou quando todos estão transigindo” (Charles R Swindoll). Cada dia que passa fica mais necessário assumirmos uma vida de integridade para não sermos tragados pela corrente que conduz pelo caminho largo.
Integridade é a qualidade daquele que está inteiro, que não sofreu qualquer diminuição. É ser completo, intacto. O Salmo 15 nos ensina que a integridade e a verdade são marcas daquele que vai morar com Deus: “Quem, SENHOR, habitará no teu tabernáculo? Quem há de morar no teu santo monte? O que vive com integridade, e pratica a justiça, e, de coração, fala a verdade” (Sl 15:1,2). O Rev. Ricardo Barbosa declara: “Talvez a maior crise do cristianismo ocidental contemporâneo seja a crise de integridade, a incapacidade de integrar aquilo que cremos com a realidade e a forma como vivemos. Parece que existe entre nós uma falsa premissa de que, se temos uma boa música, temos uma boa adoração; se temos uma boa doutrina, temos uma boa espiritualidade; se temos um bom programa eclesiástico, temos uma missão, e por aí vai”
É terrível quando confundimos freqüência na igreja com vida de santidade; momento de louvor com vida de Louvor; momento de dedicação com vida de fidelidade. O que fazemos dentro das quatro paredes do templo é uma preparação para a prática diária da vida cristã que se caracteriza por ser sal e luz no mundo.
Cremos que um dos maiores exemplos de integridade na Bíblia é a vida de Daniel. Ele tomou a firme resolução de não se deixar contaminar (Dn 1:8). Aprendemos assim, que integridade é uma opção de vida, uma conduta que se assume como padrão. Porém, ele não estava sozinho, não dependia apenas do seu esforço, mas contava com a misericórdia de Deus: “Ora, Deus concedeu a Daniel misericórdia e compreensão da parte do chefe dos eunucos”. Se o Senhor não tivesse interferido de nada adiantaria toda a atitude resoluta de Daniel, uma hora ele iria cair.
Nas horas em que você for pressionado para tomar o caminho largo, lembre-se de orar e pedir a graça de Deus para manter resolutamente a decisão de não se contaminar com a dissimulação, o jeitinho, a corrupção. Lembre-se: ser íntegro é uma opção de vida é o padrão da vida de quem leva a Bíblia a sério.
Rev. Tiago Silveira
26 de jun. de 2010
Vovozinhas malvadas - As velhinhas de Passione
Até as vovozinhas são corrompidas pela novela da globo:
Na novela Passione, duas octogenárias têm a força.
E o comportamento delas está longe de ser politicamente correto
Marcelo Marthe
Dias atrás, a atriz Daisy Lúcidi foi abordada por um anônimo em um café no centro do Rio de Janeiro. "Mas como a senhora é ruim, hein, dona Valentina?", disparou o sujeito. Desde que Daisy, de 80 anos, assumiu tal papel na novela Passione, a confusão entre intérprete e personagem a persegue nas ruas – como sempre ocorre quando se corporifica com competência uma vilã da laia de Valentina. Por baixo da casca de avó boazinha há uma criatura horrorosa, que obriga a neta de 15 anos, Kelly (a novata Carol Macedo), a se prostituir. A vovó maldosa remete, com realismo, ao noticiário sobre exploração sexual de crianças e adolescentes. E é também ilustrativa da visão peculiar que o atual folhetim das 8 da Globo tem a oferecer sobre a propalada "terceira idade".
Em uma trama que chama atenção pelo fato já por si incomum de trazer quatro octogenários em papéis de realce, ela não é a única velhinha safada. Encontra sua contraparte, digamos, "do bem" na ricaça Brígida, representada por Cleyde Yáconis, de 86 anos. A matriarca – sogra de Bete (Fernanda Montenegro) e vinte anos mais velha do que esta, embora as duas atrizes tenham só seis anos de diferença – é esnobe e preconceituosa. Além disso, dá suas escapadas com o chofer da família, Diógenes (Elias Gleiser, de 76) tão logo o marido, Antero (Leonardo Villar, de 86), cai no cochilo. A misteriosa atividade a que patroa e chofer se dedicam é provavelmente inocente, mas as falas de duplo sentido carregam as cenas de libido. "Quero que o público imagine que os dois velhos podem, sim, estar fazendo sexo", diz o noveleiro Silvio de Abreu.
Brígida e Valentina destoam do padrão de velhice decantado nas novelas. Normalmente, atores na faixa etária de Daisy Lúcidi e Cleyde Yáconis ou são relegados a papéis de vovôs e vovós simpáticos ou mostrados como coitadinhos. O ápice dessa tendência foi o casal nonagenário (formado por Oswaldo Louzada e Carmem Silva, ambos mortos em 2008) que padecia nas mãos de uma neta sádica em Mulheres Apaixonadas (2003), de Manoel Carlos. Mas, como lembra o especialista Mauro Alencar, é possível pescar, na história do gênero, exemplos eventuais de velhinhos transviados. "Em tramas dos anos 70 como Os Ossos do Barão, de Jorge Andrade, ou O Casarão, de Lauro César Muniz, havia idosos com vida sexual bem apimentada", diz o estudioso. O próprio Silvio de Abreu tem tradição nessa matéria: em seu sucesso Sassaricando (1987), Paulo Autran (1922-2007) fazia um senhor que não resistia a um rabo de saia. Na novela atual, o autor avança ainda mais, tanto na idade dos atores quanto na voltagem de seus personagens.
Embora Passione venha ostentando uma audiência capenga para o horário das 8 desde sua estreia, há um mês, a Globo já detectou que a personagem de Cleyde Yáconis cativa o público. Veterana do teatro e dos folhetins, a atriz tempera a incorreção política com certa fleuma de dama quatrocentona (como são conhecidos os clãs tradicionais paulistanos). Brígida não poupa nem os idosos de discriminação: chama o próprio marido de "caduco". Apesar disso, trata-se de um registro ameno. Já a personagem de Daisy Lúcidi revolta os espectadores (e se soma ao arsenal de "temas-denúncia" explorados por Abreu, que inclui ainda o aborto e as drogas). Ex-deputada estadual no Rio, com quatro mandatos, e radialista há mais de sessenta anos (foi atriz de radionovelas e até hoje comanda um programa assistencialista), Daisy está debutando como vilã. "O maior desafio foi me despir da vaidade. Tive de engordar 5 quilos e venho me sujeitando aos vestidos sem manga e à maquiagem borrada para fazer aquela desqualificada", diz. Desqualificada é pouco. Para convencer Kelly a se prostituir, Valentina apela para a chantagem emocional: finge acessos de tosse e se faz de idosa vitimizada. No passado, ela fazia o mesmo com a neta mais velha, a golpista Clara. Vivida por Mariana Ximenes, essa última é a vilã "oficial" de Passione. Até agora, porém, a vovozinha vem lhe passando a perna.
Fonte: Revista Veja Edição 2170 / 13 de junho de 2010. Veja no link abaixo:Televisão As velhinhas de Passione - Edição 2170 - Revista VEJA
22 de jun. de 2010
SOMOS VÍTIMAS DO MERCHANDISING?
publicado no boletim da IP Ribeira em 20/06/2010
Na maioria das casas das famílias brasileiras encontramos um eletrodoméstico que é considerado por todos como imprescindível. Não estou falando da geladeira ou do fogão e sim da televisão. A TV com o passar do tempo foi se transformando num aparelho onipresente em todos os lares. Não importa se a família é rica ou pobre, se mora em casa nobre o no alto do morro, lá está a famosa televisão passando os mesmos programas e sendo assistida por milhões. Este fato está aguçando cada dia mais a imaginação dos publicitários e produtores da TV. Os publicitários agora descobriram que vende mais se o comercial for feito pelo próprio apresentador do programa. Antigamente o apresentador fazia uma pausa para entrarem os comerciais. Quem não queria assistir podia levantar ir no banheiro ou na cozinha beber uma água. Agora não tem mais tempo para isso. O comercial é rápido e feito dentro do programa, o chamado merchandising. O mesmo acontece nas novelas. A propaganda é misturada na trama. O personagem deixa todos verem qual o produto que ele usa: o refrigerante, o detergente, o sabão em pós etc .
Assim, caminhamos para um tempo maior, colados em frente a TV. Quem não quer perder o programa precisa ficar grudado na telinha recebendo tudo que é despejado, sendo influenciado pelas sugestões de consumo e também de comportamento e opinião. Sim, porque as tramas das novelas, por exemplo, há muito tempo servem para divulgar determinados pontos de vista, tais como amor livre, homossexualismo, adultério sem culpa, sexo antes do casamento e outros.
Hoje já se fala do merchandising social, que é a forma de expor temas importantes para “educar” a população. Assim, assuntos como crianças desaparecidas, menor abandonado, deficientes físicos, o negro na sociedade e outros, são tratados como parte da história contada nas novelas. O problema é que a manipulação acaba acontecendo, como destaca um estudioso de propaganda: “O merchandising social pode ser utilizado para educar a população, mas pode ser um instrumento perigoso de manipulação e controle da sociedade. Seu discurso é persuasivo, levando o telespectador a ter uma opinião ou adquirir um comportamento parcial, provocado por interesses que, muitas vezes, não lhes são próprios”. (Eneus Trindade - MERCHANDISING EM TELENOVELA: A ESTRUTURA DE UM DISCURSO PARA O CONSUMO).
O crente precisa se prevenir diante destas mudanças. Antes de tudo precisamos lembrar que “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam” (ICo 10:23). Saber separar o que convêm e o que edifica é uma habilidade que ganhamos de Deus através da oração, e, principalmente, pela leitura da bíblia, aprendendo a forma correta de agir. Não podemos permitir que entre em nosso pensamento opiniões que são contrárias àquelas ensinadas pela Palavra. Nossa mente é guardada por Deus e deve ser preservada “Pois quem conheceu a mente do Senhor, que o possa instruir? Nós, porém, temos a mente de Cristo” (ICo 2:16)
Nenhum de nós em sã consciência procuraria uma escola onde se aprende a trair o cônjuge, onde se aprende a ser promíscuo ou a passar os outro pra trás. As novelas no entanto são escolas diárias e muitos se assentam na sala de casa com seus filhos pequenos e adolescentes para ficar de olhos e ouvidos bem abertos, recebendo apáticamente o que se despeja em nossas mentes.
Antes de ficar sentado como vítima diante da televisão, ganhe a disposição de regular bem o que você e sua família estão assistindo. Não deixe entrar em sua casa pela TV o que você não gostaria que entrasse na sua mente e dos seus filhos por outros meios.
Na maioria das casas das famílias brasileiras encontramos um eletrodoméstico que é considerado por todos como imprescindível. Não estou falando da geladeira ou do fogão e sim da televisão. A TV com o passar do tempo foi se transformando num aparelho onipresente em todos os lares. Não importa se a família é rica ou pobre, se mora em casa nobre o no alto do morro, lá está a famosa televisão passando os mesmos programas e sendo assistida por milhões. Este fato está aguçando cada dia mais a imaginação dos publicitários e produtores da TV. Os publicitários agora descobriram que vende mais se o comercial for feito pelo próprio apresentador do programa. Antigamente o apresentador fazia uma pausa para entrarem os comerciais. Quem não queria assistir podia levantar ir no banheiro ou na cozinha beber uma água. Agora não tem mais tempo para isso. O comercial é rápido e feito dentro do programa, o chamado merchandising. O mesmo acontece nas novelas. A propaganda é misturada na trama. O personagem deixa todos verem qual o produto que ele usa: o refrigerante, o detergente, o sabão em pós etc .
Assim, caminhamos para um tempo maior, colados em frente a TV. Quem não quer perder o programa precisa ficar grudado na telinha recebendo tudo que é despejado, sendo influenciado pelas sugestões de consumo e também de comportamento e opinião. Sim, porque as tramas das novelas, por exemplo, há muito tempo servem para divulgar determinados pontos de vista, tais como amor livre, homossexualismo, adultério sem culpa, sexo antes do casamento e outros.
Hoje já se fala do merchandising social, que é a forma de expor temas importantes para “educar” a população. Assim, assuntos como crianças desaparecidas, menor abandonado, deficientes físicos, o negro na sociedade e outros, são tratados como parte da história contada nas novelas. O problema é que a manipulação acaba acontecendo, como destaca um estudioso de propaganda: “O merchandising social pode ser utilizado para educar a população, mas pode ser um instrumento perigoso de manipulação e controle da sociedade. Seu discurso é persuasivo, levando o telespectador a ter uma opinião ou adquirir um comportamento parcial, provocado por interesses que, muitas vezes, não lhes são próprios”. (Eneus Trindade - MERCHANDISING EM TELENOVELA: A ESTRUTURA DE UM DISCURSO PARA O CONSUMO).
O crente precisa se prevenir diante destas mudanças. Antes de tudo precisamos lembrar que “Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm; todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas edificam” (ICo 10:23). Saber separar o que convêm e o que edifica é uma habilidade que ganhamos de Deus através da oração, e, principalmente, pela leitura da bíblia, aprendendo a forma correta de agir. Não podemos permitir que entre em nosso pensamento opiniões que são contrárias àquelas ensinadas pela Palavra. Nossa mente é guardada por Deus e deve ser preservada “Pois quem conheceu a mente do Senhor, que o possa instruir? Nós, porém, temos a mente de Cristo” (ICo 2:16)
Nenhum de nós em sã consciência procuraria uma escola onde se aprende a trair o cônjuge, onde se aprende a ser promíscuo ou a passar os outro pra trás. As novelas no entanto são escolas diárias e muitos se assentam na sala de casa com seus filhos pequenos e adolescentes para ficar de olhos e ouvidos bem abertos, recebendo apáticamente o que se despeja em nossas mentes.
Antes de ficar sentado como vítima diante da televisão, ganhe a disposição de regular bem o que você e sua família estão assistindo. Não deixe entrar em sua casa pela TV o que você não gostaria que entrasse na sua mente e dos seus filhos por outros meios.
Um mergulho ao fundo na nossa própria natureza...
O vídeo acima – um hit no Youtube – mostra com recursos de edição o campeão mundial de mergulho livre, o francês Guillaume Néry, indo ao fundo de um abismo no oceano das Bahamas, sem equipamento de ar comprimido.
Nos faz pensar sobre a necessidade de um mergulho profundo em nossa própria alma para (re)conhecer nossos segredos bem guardados. Haja fôlego!
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