E crescia Jesus em sabedoria, estatura e graça, diante de Deus e dos homens. (Lc 2:52)
Jesus Cristo, o Filho de Deus encarnado, fez-se como um de nós e tinha em si duas naturezas: era perfeitamente Deus e perfeitamente homem, mas sem pecado. Como todo homem, Jesus teve também uma família. Não era uma família rica, ao contrário, Maria, sua mãe, era uma jovem humilde (Lc 1:4), José era um carpinteiro, que muito provavelmente ensinou a profissão ao seu filho (Mt 13:55).
Era também uma família que procurava cumprir a Lei do Senhor e instruiu a Jesus com palavras e exemplo. Cumprindo o que diz a Lei, levaram Jesus, o seu filho primogênito, ao oitavo dia de vida, para ser consagrado (Lc 2:21-24; Ex 13:2; Lv 12:3). Também iam todos os anos a Jerusalém celebrar a Páscoa (Lc 2:41). Quando fez 12 anos, teve oportunidade de ouvir os doutores da Lei e também de os interrogar (Lc 2:46). Esse interesse veio, com certeza, porque a família de Jesus cumpria o que a Palavra nos ensina em Dt 6:4-9, 20.
A família de Jesus não se fechava em si mesma. eles se relacionavam com outras famílias judias (Lc 2:44). Tinham comunhão com Deus e também com os outros servos do Senhor e incluíam Jesus na comunhão do povo de Deus. Quanto mais tempo a criança e o adolescente passa em companhia dos que são do Senhor, mais bem influenciada será a sua vida.
Também a família de Jesus demonstrou amor e cuidado com ele. No episódio em que ele se perde dos seus pais (Lc 2:43), eles não descansaram enquanto não o acharam (Lc 2:44-46). Quando o encontraram declararam o quanto estavam aflitos (Lc 2:48). A mãe e o pai cuidadosos querem saber sempre onde estão e com quem andam os seus filhos.
José e Maria eram fiéis ao Senhor e procuravam cumprir a Lei, seguiam os costumes ordenados e tinham comunhão com o povo de Deus. Assim, Jesus crescia de forma completa (Lc 2:52), intelectualmente (em sabedoria), fisicamente (estatura) e espiritualmente (em graça). Nossos filhos não precisam somente ser bem alimentados e receberem cuidados com a saúde. Não basta providenciar uma boa escola. Mais importante de tudo é dar uma boa educação dentro de casa, com um bom exemplo, seguindo os valores da Palavra de Deus para que cresçam em Graça.
Seja Bem-vindo ao meu blog. Você pode copiar os meus textos só não esqueça de citar a fonte e o autor. O conhecimento e a experiência devem trabalhar conjuntamente para nos levar de forma segura à sabedoria. REV. TIAGO SILVEIRA
27 de mai. de 2018
26 de mai. de 2018
APRENDENDO COM AS FAMÍLIAS DA BÍBLIA: DAVI
Jamais seu pai o contrariou, dizendo: Por que procedes assim? (1 Rs 1:6)
Davi foi um rei exemplar, realizou muitas conquistas, foi amado por seu povo e ficou conhecido como um homem segundo o coração de Deus (At 13:22). Da sua descendência nasceu Jesus, conhecido como “Filho de Davi”, um título messiânico daquele que reina para sempre (Lc 1:30-33). Davi, no entanto, não era perfeito. Na história da sua família encontramos adultério, poligamia, incesto, assassinato, perseguição entre irmãos.
Quando já estava estabelecido como rei vitorioso, Davi cobiçou e cometeu adultério com Bate-Seba, a mulher de Urias, um soldado do seu exército que estava em batalha (2Sm 11:1-5). Também arquitetou um plano e conseguiu matar Urias (2Sm 11:14-24).
Davi teve oito esposas, várias concubinas e mais de 20 filhos. Deixou um mal exemplo para seus filhos. Salomão, seu filho com Bate-Seba, teve 700 mulheres e 300 concubinas. Essas mulheres fizeram Salomão desviar (1Rs 11:3). Se queremos ajudar nossos filhos a construir famílias bem estruturadas, precisamos deixar para eles um bom exemplo.
Uma outra dificuldade vamos encontrar no relacionamento com os filhos. Davi era um pai que não chamava seus filhos à responsabilidade, não colocava limites (veja 1Rs 1:6). Vemos que seu filho Amnom cometeu incesto com sua irmã Tamar e o máximo que Davi fez foi ficar irado, não tomou nenhuma atitude para disciplinar Amnom (2 Sm 13:1-22). Os filhos precisam de limites, precisam saber claramente o certo e o errado e as consequências de seus atos. Sem exageros, os pais devem cria-los na disciplina e na admoestação do Senhor (Ef 6:4).
O episódio com Amnom e Tamar envolveu outro filho, Absalão que muito se revoltou e criou ódio contra seu irmão pelo que ele fez. Culminou com Absalão matando Amnom e depois fugindo (2 Sm 13:23-39). Davi não corrigiu Amnom, não consolou Tamar e desistiu de Absalão. Não promoveu perdão e reconciliação.
Absalão ficou no exílio por três anos (2 Sm 13:38), mas Davi não o perdoou. Quando voltou ficou dois anos em Jerusalém e não foi recebido pelo pai (2 Sm 14:28). Quando finalmente o reencontro acontece, Davi somente lhe beija (2 Sm 14:33). Ele acabou perseguido pelo próprio filho. Uma batalha envolvendo o exército de Davi contra Absalão vai culminar na morte desse (2Sm 18:9-18).
Vemos vários erros na vida de Davi como pai que podemos evitar. Assim, aprendemos a importância do bom exemplo diante dos filhos, a necessidade da disciplina que estabelece limites, do diálogo, do perdão e saber administrar conflitos.
Davi foi um rei exemplar, realizou muitas conquistas, foi amado por seu povo e ficou conhecido como um homem segundo o coração de Deus (At 13:22). Da sua descendência nasceu Jesus, conhecido como “Filho de Davi”, um título messiânico daquele que reina para sempre (Lc 1:30-33). Davi, no entanto, não era perfeito. Na história da sua família encontramos adultério, poligamia, incesto, assassinato, perseguição entre irmãos.
Quando já estava estabelecido como rei vitorioso, Davi cobiçou e cometeu adultério com Bate-Seba, a mulher de Urias, um soldado do seu exército que estava em batalha (2Sm 11:1-5). Também arquitetou um plano e conseguiu matar Urias (2Sm 11:14-24).
Davi teve oito esposas, várias concubinas e mais de 20 filhos. Deixou um mal exemplo para seus filhos. Salomão, seu filho com Bate-Seba, teve 700 mulheres e 300 concubinas. Essas mulheres fizeram Salomão desviar (1Rs 11:3). Se queremos ajudar nossos filhos a construir famílias bem estruturadas, precisamos deixar para eles um bom exemplo.
Uma outra dificuldade vamos encontrar no relacionamento com os filhos. Davi era um pai que não chamava seus filhos à responsabilidade, não colocava limites (veja 1Rs 1:6). Vemos que seu filho Amnom cometeu incesto com sua irmã Tamar e o máximo que Davi fez foi ficar irado, não tomou nenhuma atitude para disciplinar Amnom (2 Sm 13:1-22). Os filhos precisam de limites, precisam saber claramente o certo e o errado e as consequências de seus atos. Sem exageros, os pais devem cria-los na disciplina e na admoestação do Senhor (Ef 6:4).
O episódio com Amnom e Tamar envolveu outro filho, Absalão que muito se revoltou e criou ódio contra seu irmão pelo que ele fez. Culminou com Absalão matando Amnom e depois fugindo (2 Sm 13:23-39). Davi não corrigiu Amnom, não consolou Tamar e desistiu de Absalão. Não promoveu perdão e reconciliação.
Absalão ficou no exílio por três anos (2 Sm 13:38), mas Davi não o perdoou. Quando voltou ficou dois anos em Jerusalém e não foi recebido pelo pai (2 Sm 14:28). Quando finalmente o reencontro acontece, Davi somente lhe beija (2 Sm 14:33). Ele acabou perseguido pelo próprio filho. Uma batalha envolvendo o exército de Davi contra Absalão vai culminar na morte desse (2Sm 18:9-18).
Vemos vários erros na vida de Davi como pai que podemos evitar. Assim, aprendemos a importância do bom exemplo diante dos filhos, a necessidade da disciplina que estabelece limites, do diálogo, do perdão e saber administrar conflitos.
APRENDENDO COM AS FAMÍLIAS DA BÍBLIA: JACÓ
Cresceram os meninos. Esaú saiu perito caçador, homem do campo; Jacó, porém, homem pacato, habitava em tendas. Isaque amava a Esaú, porque se saboreava de sua caça; Rebeca, porém, amava a Jacó. (Gn 25:27,28)
Jacó era filho de Isaque, neto de Abraão e era irmão gêmeo de Esaú, porém Esaú era o primogênito, porque nasceu primeiro. Jacó teve doze filhos: Rúben, Simeão, Levi, Judá, Issacar, Zebulom, José, Benjamim, Dâ, Naftali, Gade e Aser.
Na sua família vemos algo negativo se repetir em duas gerações, a preferência por um dos filhos. Jacó era o preferido de Rebeca, sua mãe e Esaú, seu irmão, o preferido de Isaque, seu pai (Gn 25:28). A mesma história acontece com Jacó em relação aos seus filhos, pois ele tinha predileção por José (Gn 37:3). José dava notícias ao pai sobre o que seus irmãos faziam (Gn 37:2), provavelmente contando a sua versão. Ele também recebia presentes especiais de seu pai (Gn 37:3). O resultado disso foi ódio e uma conspiração entre os irmãos para matar José (Gn 37:4, 18). Quando há tratamento privilegiado os filhos desprezados crescem como baixa autoestima, provocando problema de relacionamento para toda a vida.
Jacó teve seus erros, mas também seus acertos. No reencontro com seu irmão Esaú, apresentando sua família, ele faz uma declaração que demonstra a visão que tinha dos seus filhos: “Respondeu-lhe Jacó: Os filhos com que Deus agraciou a teu servo” (Gn 33:5b). Ele sabia que os filhos são concedidos por Deus e que devemos lhe dar contas da educação que lhes damos, como bons mordomos. Quando desenvolvemos a visão de que os filhos não são nossos, mas concedidos por Deus, não sofremos tanto na hora de partirem para constituir suas famílias, ou saem para tentar a vida longe de casa.
Outro exemplo positivo de Jacó foi o empenho que demonstrou no final de sua vida, já debilitado pela doença, procurando abençoar cada um de seus filhos (Gn 49:28).
Muito mais do que se utilizar do hábito de dizer “Deus te abençoe, meu filho”, temos outras maneiras de abençoar nossos filhos, expressando amor por eles. Gary Chapman, conselheiro matrimonial reúne cinco formas de comunicarmos nosso amor por nossos familiares: 1- Com palavras de afirmação. Não podemos o tempo todo ter somente palavras de repreensão e crítica. Precisamos demonstrar mais apreciação por nosso cônjuge e por nossos filhos, com elogios e palavras de encorajamento; 2- Qualidade de tempo. Mesmo que sejamos pessoas muito ocupadas, o tempo que dispomos para estar com nossos familiares precisa ser de qualidade, completamente dedicado a eles, ouvindo-os, participando de suas atividades; 3- Entregar presentes. O importante não é o valor monetário, mas o valor emocional. Quem os recebe percebe que lhe amamos e valorizamos; 3- Formas de servir. Demonstramos amor fazendo coisas que nossos familiares apreciam. Uma comida preferida, ajudar nas tarefas domésticas ou nos trabalhos da escola. Existe sempre uma tarefa que pode ser feita em auxílio do outro; 5- Toque físico. Todos os meios anteriores podem não satisfazer as necessidades emocionais. Porém, com beijos, abraços e aconchego abençoamos nosso cônjuge e nossos filhos com amor verdadeiro.
Os personagens bíblicos eram pessoas com qualidades e defeitos. Podemos aprender muito, evitando o que fizeram de errado e copiando seus acertos.
Jacó era filho de Isaque, neto de Abraão e era irmão gêmeo de Esaú, porém Esaú era o primogênito, porque nasceu primeiro. Jacó teve doze filhos: Rúben, Simeão, Levi, Judá, Issacar, Zebulom, José, Benjamim, Dâ, Naftali, Gade e Aser.
Na sua família vemos algo negativo se repetir em duas gerações, a preferência por um dos filhos. Jacó era o preferido de Rebeca, sua mãe e Esaú, seu irmão, o preferido de Isaque, seu pai (Gn 25:28). A mesma história acontece com Jacó em relação aos seus filhos, pois ele tinha predileção por José (Gn 37:3). José dava notícias ao pai sobre o que seus irmãos faziam (Gn 37:2), provavelmente contando a sua versão. Ele também recebia presentes especiais de seu pai (Gn 37:3). O resultado disso foi ódio e uma conspiração entre os irmãos para matar José (Gn 37:4, 18). Quando há tratamento privilegiado os filhos desprezados crescem como baixa autoestima, provocando problema de relacionamento para toda a vida.
Jacó teve seus erros, mas também seus acertos. No reencontro com seu irmão Esaú, apresentando sua família, ele faz uma declaração que demonstra a visão que tinha dos seus filhos: “Respondeu-lhe Jacó: Os filhos com que Deus agraciou a teu servo” (Gn 33:5b). Ele sabia que os filhos são concedidos por Deus e que devemos lhe dar contas da educação que lhes damos, como bons mordomos. Quando desenvolvemos a visão de que os filhos não são nossos, mas concedidos por Deus, não sofremos tanto na hora de partirem para constituir suas famílias, ou saem para tentar a vida longe de casa.
Outro exemplo positivo de Jacó foi o empenho que demonstrou no final de sua vida, já debilitado pela doença, procurando abençoar cada um de seus filhos (Gn 49:28).
Muito mais do que se utilizar do hábito de dizer “Deus te abençoe, meu filho”, temos outras maneiras de abençoar nossos filhos, expressando amor por eles. Gary Chapman, conselheiro matrimonial reúne cinco formas de comunicarmos nosso amor por nossos familiares: 1- Com palavras de afirmação. Não podemos o tempo todo ter somente palavras de repreensão e crítica. Precisamos demonstrar mais apreciação por nosso cônjuge e por nossos filhos, com elogios e palavras de encorajamento; 2- Qualidade de tempo. Mesmo que sejamos pessoas muito ocupadas, o tempo que dispomos para estar com nossos familiares precisa ser de qualidade, completamente dedicado a eles, ouvindo-os, participando de suas atividades; 3- Entregar presentes. O importante não é o valor monetário, mas o valor emocional. Quem os recebe percebe que lhe amamos e valorizamos; 3- Formas de servir. Demonstramos amor fazendo coisas que nossos familiares apreciam. Uma comida preferida, ajudar nas tarefas domésticas ou nos trabalhos da escola. Existe sempre uma tarefa que pode ser feita em auxílio do outro; 5- Toque físico. Todos os meios anteriores podem não satisfazer as necessidades emocionais. Porém, com beijos, abraços e aconchego abençoamos nosso cônjuge e nossos filhos com amor verdadeiro.
Os personagens bíblicos eram pessoas com qualidades e defeitos. Podemos aprender muito, evitando o que fizeram de errado e copiando seus acertos.
APRENDENDO COM AS FAMÍLIAS DA BÍBLIA - JÓ
Decorrido o turno de dias de seus banquetes, chamava Jó a seus filhos e os santificava; levantava-se de madrugada e oferecia holocaustos segundo o número de todos eles, pois dizia: Talvez tenham pecado os meus filhos e blasfemado contra Deus em seu coração. Assim o fazia Jó continuamente (Jó 1:5)
O livro de Jó inicia fazendo a apresentação do personagem principal e dele diz que era homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desviava do mal (Jó 1:1). Ficamos sabendo logo de cara que tipo de pessoa era Jó, seu caráter o credencia como pessoa correta, que se esforça para manter-se íntegro.
Jó era um homem rico, possuía muitos rebanhos e muitos empregados, sendo ele o maior do oriente (Jó 1:3). Deixaria para seus dez filhos uma bela herança. No entanto, o mais precioso que de fato deixou, foi um legado de honestidade, justiça e temor a Deus. Sua riqueza não foi adquirida com falcatruas, corrupção ou injustiça.
Jó também deixou para seus filhos um legado de temor a Deus, exemplo de submissão à soberania divina (veja Jó 1:20,21). Seus filhos observaram o relacionamento que seu pai tinha com Deus e esse exemplo passou para as futuras gerações.
Percebemos que a família de Jó tinha uma rotina alegre e que eram unidos. Os irmãos promoviam festas nas casas uns dos outros e convidavam suas irmãs (Jó 1:4). Após os banquetes Jó os reunia e fazia com que se purificassem (Jó 1:5). Tinha cuidado com a vida espiritual dos seus filhos. Não queria que eles estivessem em falta com o Senhor. Pais tementes a Deus ensinam seus filhos o mesmo temor e santificação.
Jó sentia a responsabilidade diante de Deus por seus filhos. De madrugada oferecia sacrifícios por eles, pois pensava que pudessem ter pecado e ofendido o Senhor. Essa era uma atitude constante (Jó 1:5). Ele era um verdadeiro sacerdote em seu lar. Pais tementes a Deus oram incessantemente por seus filhos e investem tempo em abençoa-los com fontes de edificação, lendo a Bíblia e orando com eles desde a mais tenra idade.
Jó deixou um legado para os seus filhos pelo seu exemplo. Ensinou-os a agradar a Deus e a se santificarem. Assumiu a responsabilidade diante do Senhor por seus filhos, provendo a edificação do seu lar.
O livro de Jó inicia fazendo a apresentação do personagem principal e dele diz que era homem íntegro e reto, temente a Deus e que se desviava do mal (Jó 1:1). Ficamos sabendo logo de cara que tipo de pessoa era Jó, seu caráter o credencia como pessoa correta, que se esforça para manter-se íntegro.
Jó era um homem rico, possuía muitos rebanhos e muitos empregados, sendo ele o maior do oriente (Jó 1:3). Deixaria para seus dez filhos uma bela herança. No entanto, o mais precioso que de fato deixou, foi um legado de honestidade, justiça e temor a Deus. Sua riqueza não foi adquirida com falcatruas, corrupção ou injustiça.
Jó também deixou para seus filhos um legado de temor a Deus, exemplo de submissão à soberania divina (veja Jó 1:20,21). Seus filhos observaram o relacionamento que seu pai tinha com Deus e esse exemplo passou para as futuras gerações.
Percebemos que a família de Jó tinha uma rotina alegre e que eram unidos. Os irmãos promoviam festas nas casas uns dos outros e convidavam suas irmãs (Jó 1:4). Após os banquetes Jó os reunia e fazia com que se purificassem (Jó 1:5). Tinha cuidado com a vida espiritual dos seus filhos. Não queria que eles estivessem em falta com o Senhor. Pais tementes a Deus ensinam seus filhos o mesmo temor e santificação.
Jó sentia a responsabilidade diante de Deus por seus filhos. De madrugada oferecia sacrifícios por eles, pois pensava que pudessem ter pecado e ofendido o Senhor. Essa era uma atitude constante (Jó 1:5). Ele era um verdadeiro sacerdote em seu lar. Pais tementes a Deus oram incessantemente por seus filhos e investem tempo em abençoa-los com fontes de edificação, lendo a Bíblia e orando com eles desde a mais tenra idade.
Jó deixou um legado para os seus filhos pelo seu exemplo. Ensinou-os a agradar a Deus e a se santificarem. Assumiu a responsabilidade diante do Senhor por seus filhos, provendo a edificação do seu lar.
31 de dez. de 2017
Salmos 4:1, 3-4, 7-8
Responde-me quando clamo, ó Deus da minha justiça; na
angústia, me tens aliviado; tem misericórdia de mim e ouve a minha oração. Sabei, porém, que o Senhor distingue para si
o piedoso; o Senhor me ouve quando eu clamo por ele. Irai-vos e não pequeis; consultai no
travesseiro o coração e sossegai. Mais
alegria me puseste no coração do que a alegria deles, quando lhes há fartura de
cereal e de vinho. Em paz me deito e
logo pego no sono, porque, Senhor , só tu me fazes repousar seguro.
Existe uma ligação e uma semelhança entre o Salmo 3 e o
Salmo 4. Ambos são salmos de lamentação e alguns estudiosos consideram que eram
originalmente uma única composição.
No Salmo 3 Davi clama em meio a uma ameaça de morte. No
Salmo 4 ele está agradecido pois tinha recebido alívio.
É importante demais reconhecer os livramentos que o Senhor
nos dá. Continuamos clamando como Davi, mas confiantemente, pois sabemos que
Deus tem nos aliviado nas angústias.
Ele também tinha
consciência da escolha de Deus. Ele foi eleito para o trono, escolhido para ser
rei em Israel e não seria removido de seu lugar pela fúria dos homens. Ele
confiava que o propósito do Senhor para a sua vida se cumpriria. O que nos dá
segurança é saber que Deus nos escolheu e, mesmo nas aflições, Ele separa para
si o piedoso e lhe ouve a oração.
As circunstâncias adversas podem nos deixar irados, mas não
podem nos deixar rancorosos, deixando o inimigo ter vez (Efésios 4:26). Podem
nos abalar momentaneamente, mas ao deitar a cabeça no travesseiro vamos perceber
que a alegria que Deus nos concede é maior que a prosperidade dos ímpios e a
paz que Ele nos dá permite-nos dormir sossegados (Salmos 3:5).
10 de out. de 2017
Salmos 3:4-5
Salmos 3:4-5 NVI
Ao Senhor clamo em alta voz, e do seu santo monte ele me responde. Pausa Eu me deito e durmo, e torno a acordar, porque é o Senhor que me sustém.
Este salmo provavelmente foi escrito por Davi durante a rebelião de Absalão, seu filho (veja 2 Samuel 15 a 17). Nessa ocasião o rei Davi saiu de Jerusalém com seus homens de guerra e viu crescer ao redor os traidores e tinha o próprio filho querendo matá-lo e tomar o seu lugar.
Cercado de inimigos, muitos dizem que Deus não o salvará (vs. 1,2). As opiniões negativas e os descrentes sempre aparecem no momento da crise. A mulher de Jó, observando sua situação deplorável aconselhou o marido: "amaldiçoa teu Deus e morre" (Jó 2:9).
Davi clama a Deus e sabe que Ele o ouviu (vs. 4,7). A oração sempre é o nosso melhor recurso.
Mesmo cercado de inimigos, pode dormir em paz, Deus está cuidando da sua vida (vs. 3,5,6,8). Quantas vezes somos atacados pela insônia pensando nos problemas, buscando saídas, lamentando uma perda, inconformados com uma traição. Algumas pessoas em estado depressivo dormem em excesso, preferem não acordar para a realidade da vida. Davi podia deitar, dormir e despertar pois tinha orado a Deus e sabia que o Soberano está no controle de tudo.
Rev. Tiago Silveira
Ao Senhor clamo em alta voz, e do seu santo monte ele me responde. Pausa Eu me deito e durmo, e torno a acordar, porque é o Senhor que me sustém.
Este salmo provavelmente foi escrito por Davi durante a rebelião de Absalão, seu filho (veja 2 Samuel 15 a 17). Nessa ocasião o rei Davi saiu de Jerusalém com seus homens de guerra e viu crescer ao redor os traidores e tinha o próprio filho querendo matá-lo e tomar o seu lugar.
Cercado de inimigos, muitos dizem que Deus não o salvará (vs. 1,2). As opiniões negativas e os descrentes sempre aparecem no momento da crise. A mulher de Jó, observando sua situação deplorável aconselhou o marido: "amaldiçoa teu Deus e morre" (Jó 2:9).
Davi clama a Deus e sabe que Ele o ouviu (vs. 4,7). A oração sempre é o nosso melhor recurso.
Mesmo cercado de inimigos, pode dormir em paz, Deus está cuidando da sua vida (vs. 3,5,6,8). Quantas vezes somos atacados pela insônia pensando nos problemas, buscando saídas, lamentando uma perda, inconformados com uma traição. Algumas pessoas em estado depressivo dormem em excesso, preferem não acordar para a realidade da vida. Davi podia deitar, dormir e despertar pois tinha orado a Deus e sabia que o Soberano está no controle de tudo.
Rev. Tiago Silveira
Salmos 2:1-4
Salmos 2:1-4 NVI
Por que se amotinam as nações e os povos tramam em vão? Os reis da terra tomam posição e os governantes conspiram unidos contra o Senhor e contra o seu ungido, e dizem: “Façamos em pedaços as suas correntes, lancemos de nós as suas algemas!” Do seu trono nos céus o Senhor põe-se a rir e caçoa deles.
Este é um salmo Real, fala-nos do Messias, o Senhor Jesus, Filho de Deus, que foi estabelecido pelo Pai como rei sobre toda a terra, sobre todas as nações.
Os reis da terra se rebelam contra Deus, imaginam que encontram liberdade rejeitando o criador. O fato é que todos nós servimos a alguém (consciente ou inconscientemente), seja um rei humano, uma organização ou a nós mesmos e a nossos desejos egoístas. Melhor é servir ao Deus que nos criou e que sempre tem o melhor para nós.
Deus ri da ilusão de poder das Nações, querendo se livrar da soberania divina. Como um pai que observa um filho, ainda criança, achando que consegue correr mais que seu pai.
A igreja quando estava debaixo de perseguição orou a Deus, lembrando o salmo 2 (Atos 4:25,26), reconhecendo o plano eterno que se cumpriu ali em Jerusalém, quando Herodes, Pilatos, os gentios e os povos de Israel se juntaram contra o ungido de Deus (Atos 4:27) Clamaram para serem preenchidos de mais intrepidez e continuar anunciando a Palavra.
Deus recomenda às nações que se submetam ao Rei ungido, para que escapem da sua ira (Salmos 2:10-12). Já está chegando o dia quando todos, ricos e pobres, sábios e ignorantes, os poderosos e o povo se encontrarão diante do Rei Jesus que julgará as nações e estabelecerá o seu reino eterno. Nesse dia todos vão declarar que Jesus Cristo é o Senhor.
Rev. Tiago Silveira
Por que se amotinam as nações e os povos tramam em vão? Os reis da terra tomam posição e os governantes conspiram unidos contra o Senhor e contra o seu ungido, e dizem: “Façamos em pedaços as suas correntes, lancemos de nós as suas algemas!” Do seu trono nos céus o Senhor põe-se a rir e caçoa deles.
Este é um salmo Real, fala-nos do Messias, o Senhor Jesus, Filho de Deus, que foi estabelecido pelo Pai como rei sobre toda a terra, sobre todas as nações.
Os reis da terra se rebelam contra Deus, imaginam que encontram liberdade rejeitando o criador. O fato é que todos nós servimos a alguém (consciente ou inconscientemente), seja um rei humano, uma organização ou a nós mesmos e a nossos desejos egoístas. Melhor é servir ao Deus que nos criou e que sempre tem o melhor para nós.
Deus ri da ilusão de poder das Nações, querendo se livrar da soberania divina. Como um pai que observa um filho, ainda criança, achando que consegue correr mais que seu pai.
A igreja quando estava debaixo de perseguição orou a Deus, lembrando o salmo 2 (Atos 4:25,26), reconhecendo o plano eterno que se cumpriu ali em Jerusalém, quando Herodes, Pilatos, os gentios e os povos de Israel se juntaram contra o ungido de Deus (Atos 4:27) Clamaram para serem preenchidos de mais intrepidez e continuar anunciando a Palavra.
Deus recomenda às nações que se submetam ao Rei ungido, para que escapem da sua ira (Salmos 2:10-12). Já está chegando o dia quando todos, ricos e pobres, sábios e ignorantes, os poderosos e o povo se encontrarão diante do Rei Jesus que julgará as nações e estabelecerá o seu reino eterno. Nesse dia todos vão declarar que Jesus Cristo é o Senhor.
Rev. Tiago Silveira
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